É por isso que estes foram os melhores looks do MTV VMA 2025
Noite de setembro, fim de verão norte-americano, clímax da cultura pop que mal existe como era antes. Na noite de domingo (7/9), a MTV dos Estados Unidos comandou o VMA 2025, nova rodada de sua mais famosa premiação.
Se hoje os hits não são mais tão unânimes e os videoclipes não são mais vistos na televisão, uma coisa não mudou: é no VMA que os artistas mais pop da vez exercitam o direito adquirido de se vestir exuberantemente, na melhor versões que eles têm de si mesmos, para deleite dos fãs e dos críticos de moda do TikTok.
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Muita coisa dá errada, e às vezes é desse tipo que a gente mais lembra ou que faz história. Como já repetido tantas vezes, diferente de grandes tapetes vermelhos do cinema, o legal dos looks do VMA é ver como cada artista acredita que suas roupas ilustram tal momento da carreira: é fashionismo falso de butique pra impressionar, é loucurinha descombinada pra ser antifashion, é despreocupação legítima ou simulada? Quantos zeros tem seu look, e quantos likes ou reacts ele vai render? Os tempos e as métricas se atualizam, mas quem sabe segurar o que gosta, o que cria e o que representa sempre acaba levando a melhor.
A prova disso são estes looks reunidos aqui, que combinaram de maneira certeira cada um dos fatores pae arrasaram na chegada ou nos placos da premiação. Vamos so destaques do ano, com os quais você tem todo o direito de discordar!
*atualizando ao vivo, recarregue pra novos updates!
Doja Cat, de Balmain
A rapper está mergulhada no pop (em suas próprias palavaras) para o lançamento de seu terceiro álbum de estúdio, “Vie”, que chega ainda neste mês. Claramente, a inspiração, como diz o primeiro single “Jealous Type” e o já inesquecível show no festival Outside Lands, que inaugurou a nva era, é direto dos anos 1980.
Para isso, Doja Cat vem se aliando ao olhar maximalista e expert em elegância e buzz retrô de Oliver Rousteing, da Balmain. Caso do look de hoje da chegada ao VMA 2025, um vestidinho curto, precioso, exageradamente rebuscado e perfeito para traduzir o momento. Afinal, e, isso ela é! O álbum chama “Vie”, mas cairia bem também o título de “Vixen” para a versão (ainda mais) deluxe!

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Yungblud
Está difícil de rockstar hoje em dia, certo? Não pra quem acompanha a escalada da carreira de Yungblud, representante máximo do gênero no VMA 2025 para homenagear Ozzy Osbourne (que o celebrou ainda em vida em um de seus últimos eventos).
Em sintonia com o glow up do álbun mais recente, “Idols”, quarto de estúdio, ele também vem caprichando um pouco mais nos looks, com direito a muita, muita pele à mostra nos últimos meses. Couro, torso, casaco e carão… Se é de verdade, difícil dar errado, né?


FKA Twigs
A questão nem é ela estar aqui na lista, a pergunta é: quando é que ela não merece estar em qualquer lista? FKA Twigs entrega sex appeal, poder e identidade absolutamente impecáveis dos fones de ouvido às botas na chegada à premiação, direto da era “Eusexua”, tipo brat, mas pras originalmente mais nervosas. Rainha.


Lady Gaga, de Marc Jacobs
Mother Mayhem está na área! Lady Gaga pulou o tapete vermelho, mas subiu ao palco do VMA 2025 logo no começo da transmissão para receber o troféu de “Artista do Ano”, merecidamente, após o lançamento de “Mayhem”, seu sétimo álbum de estúdio. Ícone maximalista, Gaga surgiu como pede a era dark, com produção volumosa do inverno 2025 de Marc Jacobs e make artístico, como saído do clipe mais recente (que a gente não amou, mas não dá pra ganhar todas). Não dá pra entregar o prêmio de “Melhor Gagacabana”?


Ciara, de Schiaparelli
Vamos seguir nos looks de desfiles com a monocromática Ciara, em entrada de impacto do verão 2025 da Schiaparelli, desfilada em setembro passado na Paris Fashion Week. Work!

Guerreiras do Kpop
Este é o nosso momento, como diz o hit! Esse trio é quem está por trás das vozes do maior hit do momento, a faixa “Golden”, parte da trilha sonora de “Guerreiras do Kpop” (“Kpop Demon Hunters”), sucesso arrebatador (e mundial!) do Netflix. Só a música, por exemplo, já cravou o seu lugar no topo da principal parada de singles da Billboard, o Hot 100, em conquista inédita para trilha sonora de um longa-metragem de animação sul-coreano.
É tão difícil resistir a seu refrão, réu confesso aqui, que também é por isso que, apesar dos ajustes que a gente faria nos looks, esse trio merece muito o seu lugar aqui com glória: Ejae , Audrey Nuna e Rei Ami, à frente do HUNTER/X, grupo fictício de kpop do filme.

Ayra Starr, de Gianfranco Ferré
Certamente, o crédito mais surpreendente para quem acompanha moda de tapete vermelho. A cantora nigeriana, sob styling the Katie Qian (mesma do look abaixo), apostou em produção super moderna do estilista italiano, que chegou a comandar a Dior, era famoso pela camisaria, mas também entregou criações bem sexy ao longo de toda a carreira. Complementam o look acessórios de Alan Crocetti, Dinosaur Designs e Carrera y Carrera.

Conan Gray, de Erik Charlotte
A gente já falou que Conan Gray não tem medo do maximalismo, mas hoje o artista entregou ainda um pouco mais. Muito mais! O motivo é nobre: é na estética vintage e náutica que o cantor lançou seu álbum mais recente, “Wishbone”, e o VMA virou oportunidade perfeita para exercitar o estilo sem amarras! A lição, independente de combinar com seu estilo ou não, é clara: se for fazer graça, fica melhor se for bem feito.
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Lola Young, de Chanel
Já não tem sido tão comum ver Chanel no tapete vermelho, do VMA então… Mas coube a Lola Young entregar um pouquinho de emoção nesta noite. O look é canta, e como tem desfilado em cada palco de festival de após a ascenção meteórica de seu trabalho musical… um pouquinho “messy” (no bom sentido!), gostoso de ver em versão mais fashionista. Beleza impecável também, né, amores.


