Categoria: Moda

Dicas de moda, inspiração de looks e guias de compras para garantir a produção na estica!

  • Dior anuncia sua nova diretora criativa: Maria Grazia Chiuri

    Dior anuncia nova diretora criativa: Maria Grazia Chiuri
    Dior anuncia nova diretora criativa: Maria Grazia Chiuri

    Confirmado! Todo mundo avisou, mas a Dior confirmou nesta sexta-feira (08) a diretora criativa de sua nova fase: Maria Grazia Chiuri.

    Primeira mulher no comando da grife, ela estreia no desfile da coleção verão 2017 no próximo 30.09. “Espere uma nova Dior”, avisa Sidney Toledano, presidente e chief-executive da etiqueta, ao site Business of Fashion, que antecipou o anúncio oficial nesta madrugada.

  • Fendi celebra 90 anos com desfile na Fontana di Trevi

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    A Fendi fez dois milagres nesta quinta-feira (07.07): suas modelos andaram sobre a água da Fontana di Trevi, em Roma, e boa parte da moda aplaudiu, sem timidez, um desfile de pele, expertise da etiqueta.

    Se parece difícil entender a relevância de tal trabalho, navegue pela galeria de looks da comemoração dos 90 anos da grife para conhecer suas novas versões fantásticas (como os contos de fada que as inspiraram) tornadas realidade sob a visão de Karl Lagerfeld, diretor criativo da marca desde 1965. Ainda bem que são feitas para poucos? Sete looks do desfile haute fourrure estão reunidos na sequência.

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  • Serena rainha, sexismo nadinha

    Serena Williams - Wimbledon 2016
    Serena Williams – Wimbledon 2016

    Serena Williams, com a vitória na semifinal feminina do Torneio de Wimbledon 2016 desta quinta-feira (07/07), segue para a disputa de sua nona final na grama inglesa. Ela busca, no próximo sábado (09/07) às 10h (horário de Brasília), o sétimo título na competição, que alçaria seu número de Grand Slams para 22, recorde da Era Aberta do esporte.

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  • Pierpaolo Piccioli assume o comando criativo da Valentino

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    É oficial: Maria Grazia Chiuri deixa a dupla que formava com Pierpaolo Piccioli na direção criativa da Valentino. Depois de oito anos juntos no comando (e mais nove na equipe da grife), ela deve trocar a casa italiana pelo ateliê parisiense da Dior, de acordo com rumores da imprensa internacional. A própria Valentino confirmou na manhã desta quinta-feira (07.07) a saída de Chiuri em comunicado via Instagram. O desafio inicial para o designer que fica é provar que a visão e, principalmente, o sucesso da marca ganha continuidade com o trabalho em carreira solo.

  • Kate Middleton aposta em etiquetas brasileiras para prêmio em Londres

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    Kate Middleton apareceu com look de marcas de acento brasileiro para a edição deste ano do prêmio The Art Fund Museum of The Year, nesta quarta-feira (06.07) em Londres. O vestido da Barbara Casasola acrescentou fator fashionista e dose mínima de sensualidade, com ombros à mostra e modelagem slim, à produção finalizada por sandálias Lady Oyster, da Schutz. Look completo e mais cliques na sequência.

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  • INSTATV: Do Instagram, a temporada couture de inverno 2016 em vídeo

    No player abaixo, um compilado dos vídeos de Instagram mais legais com detalhes dos desfiles da temporada de alta costura, edição inverno 2016, em Paris. Volte aqui para assistir aos trechos das novas apresentações conforme a semana de shows acontece. Play!

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    Foto: Christian Dior/Anna Palermo, para o NOWFASHION.

  • Primeira impressão: Vetements, verão 2017

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    Consumo sim, mas não do mesmo jeito. A Vetements faz uso esperto dos mecanismos vigentes do que chamam de novo luxo, mas também questiona (quase xinga!) e transforma suas regras, tudo na mesma tacada. É por isso parece tão especial? No vídeo, entrada final do desfile de verão 2017 apresentado neste domingo (03.07), em Paris. Mais detalhes em breve. Vídeo via @VirginieMouzat.

  • Fergie reúne #MILFSquad fashionista em novo clipe

    Gemma Ward! Amber Valletta! Devon Aoki! A cada 5 segundos do novo clipe a Fergie, para a faixa M.I.L.F. $, um grito. A cantora reuniu um time top de mães fashionistas no primeiro lançamento do aguardado Double Dutchess, seu segundo álbum solo.

    O casting é tão gostoso de acompanhar que parece compensar pela faixa de resultado duvidoso. É do tipo de gera mais buzz do que qualquer outra coisa, vide a inclusão de Kim Kardashian ao casting. Ainda assim, fica como a popice mais divertida do dia.

    Vídeo e casting completo na continuação.

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  • Balenciaga: o novo culto à moda

    Balenciaga, verão 2017 mascul
    Balenciaga, verão 2017 masculino

    Foi prometido como um reboot; desavisados anunciaram a estreia de Demna Gvasalia no masculino da Balenciaga como o début da grife para eles. Não era. Nicolas Ghesquière fazia, Alexander Wang também. Os códigos da casa (deles) estavam no desfile dessa quarta-feira (22.06) na cobertura do colégio Saint-Louis de Gonzague, em Paris: coleção sisuda, foco na roupa que se usa por fora, tons sóbrios e passadas firmes (ainda que este tenha sido o primeiro desfile de fato da linha) de toada futurista e formal do histórico recente.

    Terminada a lista do passado, rumo ao presente (que na verdade é para estação futura): Demna se mostrou consciente de que o trabalho na grife é norteado pelo luxo, com referências obrigatoriamente elevadas para além do streetwear que lhe tornou famoso. O homem Balenciaga não veste agasalho, ainda que suas camisas ganhem elástico tipo jaqueta na barra. Veste terno, casaco, carrega pasta; tem na alfaiataria precisa a expressão de seu status. Só que a formalidade de fashionismo enganoso, vista em profusão nos tantos desfiles de semanas italianas e parisienses, não daria conta do histórico secular da casa (ainda que moda masculina não seja um dos pilares originais da maison); esta mal consegue sair de fato, depois de tantos anos, do plano das ideias. A incursão aqui precisaria ser completa, com alto fator de subversão, marco (já) do trabalho do estilista georgiano.

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  • Amanda Lepore, club kid profissional, reflete sobre a noite: “Hoje, tudo está ligado ao dinheiro”

    Lábios marcantes, beleza vintage e looks deliciosamente sexy, todos de potência perigosamente elevada. Assim é a imagem de Amanda Lepore, nome de projeção da geração de club kids da década de 1990 pela trajetória provocante e corajosa na noite nova-iorquina. De vendedora do endereço icônico de Patricia Field a dominatrix, as entradas do currículo extenso de Lepore traçam um panorama importante da cena alternativa, desgastada nas últimas décadas pelo raciocínio que transforma transgressão e ousadia em mercadorias.

    O legado e as histórias mais famosas fazem da figura delicada de sua presença na vida real uma surpresa imediata. Em passagem por São Paulo para dois compromissos pilotados pela B. Fun em parceria com a festa de NY PrettyUgly e o Grupo Vegas, Amanda mostrou que, hoje em dia, club kid também é profissional. Estava pronta (e já com o devido registro no Instagram postado) duas horas antes do horário, chegou quinze minutos adiantada à locação com comitiva discreta e deu foco total ao papo no camarim da Casa de Portugal, no bairro da Liberdade. Leia na sequência.

    Qual sua melhor lembrança das visitas ao Brasil?
    Sem dúvida a de 2011, quando gravei o clipe de minha faixa “Turn Me Over”em São Paulo.

    Quanto tempo você leva para se produzir? Qual foi a inspiração do look de hoje?
    O cabelo e a maquiagem levam cerca de três, quatro horas. Adoro este tempo para aproveitar com capricho os cuidados especiais. O look de hoje foi criado pelo [designer] Garo Sparo, mas acrescentei as plumas e criei os acessórios. Me disseram que o Brasil é quente, e não só pelo fervo, então achei o look apropriado.

    Tem um designer favorito? Acompanha coleções e novidades de moda?
    Para falar a verdade, não sigo a moda. Prefiro focar em meu estilo pessoal. E outra, todos os nomes que uso como referência já estão mortos! (risos). Tenho este look característico desde que comecei, há muitos anos… assim que me casei e comecei a brincar com maquiagem. Já passei pela fase dominatrix, mas mantive mesmo o visual glamoroso, um pouco Jessica Rabbit, um pouco anos 1950, mas bem artificial. São referências que não estão ligadas à moda em si, mas, já que aperfeiçoei esta imagem e a faço muito bem, acabei conquistando o respeito de quem trabalha na área.

    Tem um item fashion favorito?
    Não uso roupas de marcas, mas adoro um item de luxo: sapatos Christian Louboutin. Quando comecei usava muitos saltos fetichistas, mas designers não faziam roupas e acessórios para gente como nós. Ele, então, lançou saltos incríveis e superconfortáveis; estes são meus únicos abusos. Não gosto de gente frívola que tem que ter roupas só porque são da marca da vez. Fora isso, não abro mão de decotes generosos, até mesmo quando vou para a ioga!

    Sair à noite, depois de tantos anos de festas, ainda é especial?
    Pessoalmente, sinto que me divirto mais hoje em dia. Era muito tímida quando comecei e também fazia muitas performances no estilo dominatrix, algo que não gostava, fazia pelo dinheiro. Também passei muito tempo dançando no alto, presa em uma gaiola, então não me relacionava com as pessoas diretamente. Desenvolvi minha autoconfiança com a repercussão positiva de meu trablho, principalmente pelo sucesso com os projetos com David LaChapelle. Aí sim fui aceita como modelo de verdade.

    Como vê as mudanças da cena noturna ao longo de sua trajetória?
    Não conseguiria entrar em detalhes, mas sei que isso é fruto de muita mudança política; em Nova York, por exemplo, estão relacionadas às ações de um prefeito. Sinto também que tudo está muito ligado aos negócios e ao dinheiro. A turma de artistas subversivos passou a perder espaço para gente que quer mostrar o quanto ganha, caras que não conseguem pegar garotas e querem ostentar o ótimo emprego. Isso prejudica a cena, eu não cresci neste ambiente. Por outro lado, noto muitas similaridades com a cena dos club kids que vivi. Gente jovem, criativa, que se monta, constrói looks incríveis, trabalham com nomes alternativos ou fazem suas próprias roupas. Vejo que o link da minha geração com essa turma novinha se estabelece através da criatividade.

    Pode selfie na pista hoje em dia? Que look você nunca usaria para sair à noite?
    Eu sempre tento deixar o celular em casa porque é parte do meu trabalho receber as pessoas, sair em fotos… mas acho divertido, sempre participo dos cliques e dos snapchats dos meus amigos. No look, nunca sairia à noite vestindo jeans ou sapatos sem salto. Roupas folgadas, desleixadas, também são proibidas.

    Como vê a projeção recente de nomes famosos transgêneros? Ajudam a dar visibilidade à comunidade?
    Senti um progresso muito grande com a internet. Na minha época, um nome como eu ganhava fama a cada dez anos; eu fui a da vez por algum tempo. Hoje, a comunidade transgênero se aproxima de maneira bem mais eficaz através das redes sociais; seja lá do que você gostar, tudo está a uma pesquisa no Google de distância. Você não precisa se esconder. Isso dá mais força à cena alternativa.

    Que conselho daria para quem enfrenta dificuldades para se aceitar ou para ser aceito?
    Pela minha experiência, para cada pessoa que demonstra ódio ou que te desafia há outra, ou um grupo, uma comunidade, que vai te aceitar e te amar por ser diferente. Por mais difícil que pareça quando se é jovem, minha dica é investir de fato em ser exatamente quem você quer ser. Encontre forças nos seus objetivos, procure sua estrutura de apoio e aproveite as vantagens que temos com todos esses mecanismos ao nosso redor para seguir adiante.

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