Ok, é uma jaqueta motociclista, mas se Balenciaga puxou, vale usar a versão fluo fora das duas rodas também.
Da Alpinestars, no Netshoes →

Ok, é uma jaqueta motociclista, mas se Balenciaga puxou, vale usar a versão fluo fora das duas rodas também.
Da Alpinestars, no Netshoes →

Depois das artes, hora das joias! Anel de unha em ouro ou prata, pra usar na pontinha dos dedos.
Da Stonehart, no site da joalheria →

Botas tipo calça de agasalho, só que ao contrário. De náilon com forro em couro.
Da Masha Popova, no site da marca →

Suéter de tricô canelado com logo e gola careca.
Da Vetements, no Farfetch →


Um dos triunfos da Loewe em sua temporada com o favorito Jonathan Anderson como diretor criativo (desde 2013) é o diálogo com as artes e o artesanato. Não só como pontos de referência para ideias e inspirações, mas em uma conexão construída ao longo do tempo que parece mais firme. Desde o começo, Jonathan escolheu por usar o expertise da marca espanhola em couro como ponto de partida para uma ode à criação de obras, peças, produtos que passam por processos orgânicos, por criativos instigantes e que se comunicam com receptores/compradores/audiência de forma tão sinestésica quanto o encontro de uma peça de roupa com quem a veste.
Depois de uma coleção criada já no contexto da pandemia do COVID-19 muito bem-recebida, Anderson estende a premissa do “sentir-se bem” com nova linha inspirada diretamente pela cerâmica de Ken Price.
Séries bucólicas, de traços e referências simples ao primeiro olhar criadas nas décadas de 1980 e 90 com paisagens naturais e urbanas de Los Angeles e de New Mexico foram transformadas não só em estampas de roupas, mas, nos acessórios, em bolsas através de marchetaria em couro para reproduzir as imagens originais. Parece fácil, mas tem técnica, background e pontos de encontro com o que interessados podem estar sentindo nesses tempos.
Lançados agora em novembro, os itens da coleção podem chegar aqui no Brasil através dos e-commerces Net-a-Porter ou MyTheresa (sujeito a taxas da importação), siga os links para conferir!




Hary Styles veste uns vestidos e saias para seu ensaio de capa da Vogue norte-americana de dezembro de 2020. É divertido acompanhar o popstar e sua liberdade de vestir na agenda oficial. Ele, com a ajuda ceta, descobriu como usar a moda ao seu favor na mensagem de que, sim, “eu sou diferente, maduro, seguro e antenado” como poucos hoje. Se as coleções e seus mecanismos são tão redondinhos na seara do pop, porque ele parece tão diferente, sabe assim?
Notável a presença na capa da publicação (fotografado pelo favorito da vez Tyler Mitchell) também, tradicionalmente dedicada a nomes femininos ou homens na companhia de mulheres célebres ou famosas. Uma única faisquinha, pra não perder a oportunidade: passabilidade ainda é regra de ouro quando a revista tenta falar de gênero de roupa, certo? Lembra da Gigi?
De todos, o look mais legal para este que vos fala é o casaco t-u-d-o com corrente da JW Anderson, de Jonathan Anderson, o desbravador (nas passarelas principais, claro) ao longo de toda a última década da tal “fluidez de gênero de roupa” assimilada por Styles nos anos recentes. É do inverno 2020 masculino da marca, relembre aqui →












Vem, era solo! Kai, rosto (, corpo) e voz conhecidos do eXo e do SuperM está pronto para lançar o début solo. O aquecimento é do tipo enigmático, com cliques em diferentes estilos e seu nome estilizado. Ok, solo.
O miniálbum tem lançamento marcado para 30/11, e é isso, não tem mais nada oficial a não ser detalhes que explano já: os looks!
Com styling de WOOK, predileto da turma da gravadora SM, a versão mais modernosa de Kai veste muita peça da Post Archive Faction, marca sul-coreana que dá gosto de acompanhar pelos detalhes incríveis sobre peças que a gente gosta. Confira na sequência as imagens que já caíram nas redes como teaser!

Gostou do que deu pra ver e quer igual? Tem PAF (#íntimo) no e-commerce SSENSE, que entrega no Brasil. Segue o link pra ver mais! ➡️









































Se a sua cabeça está atormentada pelos acontecimentos de uma quarta-feira (04/11) puxada (é 2020, afinal), aqui vai um remédio temporário.
Ten (WayV, SuperM) compartilhou três cliques irresistíveis de gatinho no seu perfil – não é só selfie, não, é com o bicho mesmo!
Quantos likes merecem estes bebês?




Começou com um logo que a gente achou que era, na verdade, parte do publi de celular no fim do clipe de One (Monster & Infinity) do SuperM, lançado em setembro. Dali, os fãs da SM começaram a juntar com rumores de que o selo lançaria um grupo novo ainda em 2020, o aespa, e, de repente, a coisa virou outra. Mesmo!
Com conceito revolucionário que mescla o mundo real e o virtual, aespa se tornou um dos grupos mais intrigantes do segmento. Ele foi formado pela SM Entertainment, uma das agências mais renomadas da Coreia do Sul, conhecida por lançar artistas de sucesso mundial.
A revelação de aespa foi grande evento com mensagens misteriosas, revelação gradual dos seus membros e uma narrativa cheia de glitches, hits e bytes que cativou ao público do gênero. O grupo fez sua estreia em novembro de 2020, com o single “Black Mamba”.

O nome vem da junção das palavras avatar x experience com aspect e logo no primeiro teaser a gravadora revelou a que o grupo de kpop veio: “elas irão mostrar mostrar atividades dramáticas e coloridas baseadas nas visões do mundo, encontrando uma nova versão delas mesmas, avatar, e experimentar um novo mundo”, contou a SM (seja lá o que isso significa).
Na época, o aespa foi o primeiro grupo feminino inédito lançado pela empresa desde 2014, com o start do Red Velvet, e o primeiro novo grupo desde o NCT, em 2016.
Parte do que tornou o grupo tão cativante, além das músicas e clipes, foi o seu conceito inovador que introduziu membros virtuais, conhecidos como “æ” (lê-se “ae”), criados a partir da inteligência artificial. Cada integrante do grupo tem sua contraparte virtual, formando uma conexão entre o mundo real (conhecido como “KWANGYA”) e o virtual (o “æspaVERSE”). Essa fusão entre realidade e virtualidade é o cerne da identidade de aespa, abrindo caminho para uma experiência de entretenimento completamente nova.




O aespa foi revelado de maneira completa no dia 30 de ouubro de 2020.
O primeiro single do aespa foi lançado em 17 de novembro de 2020: “Black Mamba” reuniu produçõ poderosa com batidas inspiradas em um misto de pop e hiphop, além de reunir visualmente toda a estética e narrativa digital do conjunto. Relembre na sequência:
Desde sua estreia, aespa tem conquistado prêmios, quebrado recordes e cativado fãs ao redor do mundo com seu estilo inovador e músicas viciantes. Seus singles, como “Black Mamba” e “Next Level”, alcançaram posições de destaque em diversas paradas musicais, consolidando o grupo como um fenômeno global.
Além do sucesso na indústria musical, aespa deixou uma marca significativa na cultura popular, impulsionando conversas sobre a interseção entre o mundo real e o virtual, levando o entretenimento a novos patamares.
À medida que aespa continua a desafiar fronteiras e explorar novos horizontes, é emocionante imaginar o que o futuro reserva para esse grupo inovador. Com sua mistura única de talento, tecnologia e criatividade, aespa está pavimentando o caminho para uma nova era na indústria do entretenimento.

Os maiores hits do grupo de K-pop aespa até hoje, com base em vendas, streams e popularidade, são: