Autor: TRAUM

  • Bottega Veneta // Inverno 2016 (Milão)

    Na Bottega Veneta, uma variação de tressê (um dos ícones da grife) foi para as meias-calças. Para acompanhar, o sapato que começa masculino, mas ganha salto grosso e detalhes decorativos nada óbvios em sua versão mais festiva. “Glitz and glamour” à medida de Maier.

  • Bottega Veneta // Inverno 2016 (Milão)

    A Bottega Veneta encontra resposta ($) para tanta sofisticação de sua passarela; desta vez, a imagem ganhou potência gráfica com a quantidade expressiva de tanto poá, seja estampado, aplicado ou remixado sob tramas vazadas que parecem rendas, mas perdem romantismo nos cliques de detalhes.

  • Bottega Veneta // Inverno 2016 (Milão)

    Tomas Maier segue com a oferta mais chic e variada para um closet completo de sua cliente ideal na Bottega Veneta, uma mulher que está para o flashes em looks extravagantes como um livro está para sua adaptação hollywoodiana. A brincadeira entre look casual e look de festa que quem é esperto gosta de desafiar ganha mais uma ótima opção.

  • Bally // Inverno 2016 (Milão)

    Grifes históricas de sapatos levam tempo para consolidar seus departamentos de ready-to-wear. Apesar de fazer roupas desde 1976, a história é que a suíça Bally luta, desde 2001, para acompanhar o passo de suas contemporâneas que explodiram e fizeram dos desfiles de roupas a melhor vitrine para os acessórios que lhe sustentam. Difícil racionalizar sobre um trabalho que a gente não conhece, mas se a ideia de uma pantalona de croco verde não intimida a marca histórica, então a gente passa a prestar mais atenção no trabalho de Peter Coppola, head designer desde 2014.

  • Charlotte Olympia // Inverno 2016 (Milão)

    Não são detalhes de uma casa fashionista, mas sim bolsas da sempre divertida Charlotte Olympia: a clutch com um minibar magnético em seu topo e a bolsinha almofada.

  • Giamba // Inverno 2016 (Milão)

    Quando todo mundo volta as atenções para a couture, Giamba fez o caminho contrário ao lançar a, bem, Giamba, linha de preços menores que os de sua etiqueta principal. No segundo desfile, o gosto do italiano pelo requinta ainda não conta com divisões definidas entre as duas marcas, mas dá ânimo ao relembrar os itens das primeiras coleções de destaque que ganhavam vida jovem nos looks das gêmeas Olsen. O longo de paisagem idílica , por exemplo, carrega um romantismo bem diferente de seu prêt-à-porter ou de sua couture, conversando com o mood romântico que desponta nesta temporada. Usável e trendy são elogios para quem vivia, até então, em um universo tão particular.

  • Versace // Inverno 2016 (Milão)

    Na temporada anterior, a Louis Vuitton colocou quatro vestidos festivos repletos de paetês (como os que desfilam agora com o aposto de “look disco”) acompanhados por pares de meias-calças todas trabalhadas, daquele tipo que te aterrorizava nas ruas tempos atrás. Eu falei pra ficar de olho e, agora, elas marcam presenças pontuais em desfiles importantes. A versão para quem quer ostentar grife é a com mosaico de chave grega da Versace. Prepare-se para este retorno.

  • Prada // Inverno 2016 (Milão)

    Ser menininha tá liberado pela Prada de novo, mas tem que ser transgênica, com look lil’ lady remixado em tecido que parece neoprene, mas na verdade é um jérsei dublado. Aí você adiciona quantos broches da coleção quiser/puder comprar.

  • Prada // Inverno 2016 (Milão)

    Na ressaca de um ano de faturamento em baixa, a sobrecarga de acessórios no desfile é uma intenção clara de aumentar a oferta de produtos. Tipo as “bolsas de mil euros” — diz que a faixa de preço intermediária é chave para o ano que vem da Prada. Dentro delas (apesar de escondido na foto), estavam nécessaires embutidos — pra copiar o styling de acessórios, você vai ter que fazer uma compra em dose dupla.

  • Prada // Inverno 2016 (Milão)

    Quem disse que tweed não vai à festa? Da Prada.

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