Categoria: Moda

Dicas de moda, inspiração de looks e guias de compras para garantir a produção na estica!

  • Três lembranças da carreira de Olivier Theyskens

    Nessa segunda (16), uma notícia em especial, lida durante a tarde, fisgou minha atenção e me acompanhou por todo o dia: a saída de Olivier Theyskens de seu trabalho mais recente, o comando criativo da Theory (anunciada meses depois da saída de Michael and Nicole Colovos, diretors criativos da Helmut Lang, grife que, assim como a Theory, faz parte do rol de business do empresário Andrew Rosen).

    Ao lado com as grandes maisons francesas (Chanel, Dior) e os nomes italianos (Armani e Prada), o nome de Theyskens sempre teve um lugar cativo no coração desde que comecei a estudar moda, nas diferentes etapas de sua carreira. Enquanto pensava qual pode ser o próximo passo do designer depois da nova, fui relembrando algumas das imagens mais marcantes de sua trajetória que me vinham à mente. Mostro aqui os três momentos mais fortes:

    O vestido de Madonna para o Oscar 1998.

    madonna

    Theyskens ainda tinha 21 anos quando mandou cliques de uma coleção de sua etiqueta lançada no ano anterior para alguns de seus contatos mais importantes. Uma das fotos caiu nas mãos de Inez van Lamsweerde, que na época trabalhava com Arianne Phillips, figurinista e stylist já renomada e com uma cliente mais do que famosa, a cantora Madonna. O resultado? Um casaco sobre vestido escolhido pela popstar para a cerimônia do Oscar de 1998, levando uma lente gigantesca de aumento para as linhas do look sofisticado (ainda mais para a cantora, que nunca foi fashionista de primeira) com pitada do gótico romântico que permeia muitos de seus desenhos. No ano seguinte, Olivier ainda marcou mais uma com Madonna: o look all-black impressionante usado no pontapé inicial de uma de suas novas fases, o clipe do hit Frozen.

    Nina Ricci, inverno 2010

    nina ricci

    Depois do encerramento de sua etiqueta própria, Theyskens passou pelo comando da Rochas (de 2002 a 2006, até que o grupo detentor da marca, a P&G, fechou sua divisão de roupas) e, na sequência, emprestou seus talentos a outra casa francesa, a Nina Ricci, a partir de 2007. Em março de 2009 vem sua coleção mais inesquecível desta fase (e a sua última na maison), marcada por ombros poderosos, fendas e pontas afiadas em tailleurs e longos delicados com transparências e linhas de underwear, num mix de intimidade, poder e universo dark. A passarela toda coberta por glitter denunciava o efeito que pontuava looks a medida em que a coleção chegava ao seu encerramento. Ali, o momento mais gostoso: longos de saias em ondas volumosas ao lado de ombreiras e ancas extraterrestres do vestido coberto por paetês que, mesmo sem ser o look final, coroou o desfile. Mais um detalhe de fazer brilhar os olhos, literalmente: as botas fetichistas de plataformas altíssimas — a versão com glitter pink e salto falso usada com a versão de Theyskens de um smoking ganharia vários editoriais quando a estação chegasse às revistas de moda. Um desfile que dificilmente sai da minha memória.

    O guarda-roupa casual mais-mais da NYFW

    theory

    Em 2009, Theyskens foi substituído por Peter Copping no comando da Nina Ricci; dois anos se passaram para seu projeto seguinte: uma coleção cápsula para a Theory, reconhecida até então, resumidamente, por suas “roupas boas, e não tão distintas, para uma americana ir ao trabalho”. A incursão mais casual pela qual Oliviar já passou teve start em setembro de 2010, com a apresentação da coleção do verão seguinte da marca. Hit: ele conquistou de cara a imprensa de moda, com sua alfaiataria sofisticada, jaquetas e blazers mil e a oferta completa de peças com elementos de design familiares para quem acompanhava sua carreira, as compradoras (e as órfãs de seu trabalho) com etiquetas de preços amigáveis e o novo chefe que, na temporada seguinte, anunciou Theyskens como diretor criativo de toda a Theory e levou seu sobrenome à linha que era apresentada na semana de moda de Nova York a partir de então. Se em seu début, ainda descompromissado, Olivier considerou cuidadosamente o novo ambiente de trabalho, foi na segunda coleção da empreitada que os vermelhos sangrentos, os casacos amplos de veludo, os novos jeans e a sofisticação couture de seus trabalhos anteriores nos itens mais casuais ganharam ainda mais destaque e firmaram, de vez, o sucesso do estilista na marca.

    A saída de Olivier Theyskens depois de quase quatro anos de sucesso não chegou tão bem explicada; notas dão conta de um rompimento mútuo e de novos “projetos de design” do estilista. Vanessa Friedman, do NY Times, junta a novidade, mais a saída da dupla da Helmut Lang, com outra notícia, a de que a Rag & Bone, mais uma do grupo de Andrew Rosen, deve pular a próxima temporada de desfiles, indicando um possível esgotamento do esquema que leva à passarela, com todo o aparato que acompanha um desfile, roupas que, na verdade, são feitas para “todo os dias”. A minha expectativa é de que Theyskens, depois de brincar de guarda-roupa casual, esteja louco pra assinar um vestidão gótico de tirar o fôlego de novo — será que vem uma etiqueta própria unindo a habilidade couture e a experiência mais comercial de sua carreira até agora? Torcida!

  • Perfume psicodélico

    É bom ver quando uma marca procura nomes um pouquinho fora da mão para suas campanhas. Caso mais recente da Dior, que convocou Harmony Korine para o filme novo de seu perfume Dior Addict. Ainda que o resultado não seja um Gummo de luxo, o diretor transformou a modelo Sasha Luss em uma versão leve e sofisticada de suas meninas rebeldes; a ação ainda vem embalada por trilha dos sul-africanos Die Antwoord. O resultado está atrás do espelho, no player logo abaixo — a campanha conta ainda com cliques do (favorito) fotógrafo Ryan McGinley.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=utkf07CI4rI?rel=0]

  • Domingueira no Tumblr: edição Bruce Weber

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    Fiz um especial de domingo no meu Tumblr, ao longo de todo o dia, só com cliques feitos pelo Bruce Weber. Uni aleatoriamente (ou não) mais de 50 cliques incluindo editoriais, retratos de nomes famosos e imagens de outros projetos de um dos meus fotógrafos favoritos. Todos aqui –> xoxoguga.tumblr.com.

    Bônus: uma entrevista do começo deste ano, em vídeo, com Weber sobre a campanha Brothers, Sisters, Sons & Daughters, realizada para a Barneys NY com elenco todo formado por modelos transsexuais ao lado de suas famílias e amigos, e sobre nome importantes que fizeram parte de sua história na fotografia. Assista na sequência –>  (mais…)

  • Futebol é fashion: Daniel Alves na Sepp #8

    O clima é de Copa nesses dias que antecedem o seu pontapé (ha) inicial (seja a favor ou contra). Não faltam capas de moda celebrando o mundial que começa na próxima semana, e tem de tudo: a dupla estrelada, a übertop mundo afora, nossa seleção brasileira de modelos, a capa nua, a esporte chique e a bizarra. Mas, até agora, a imagem mais legal que eu vi linkando a moda e o futebol é o clique de Daniel Alves (porque Neymar nenhum é tão fashionable quanto ele) vestindo Jeremy Scott (haja pink) na capa de um título alemão, chamado Sepp, que tenta fazer a ponte esse os dois universos.

    O clique, levado para o Instagram pelo próprio jogador, está abaixo; diz que essa oitava edição da revista vem ainda com Fernanda Lima, Fernanda Tavares, Kaká e cliques do (ótimo) Marcelo Krasilcic. No paralelo, a coisa toda ainda virou uma venda especial em parceria com o e-commerce YOOX, aqui – a representante brasileira é a label de Barbara Casasola.

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    Update: Um clique da Fernanda Tavares com o moletom assinado por Barbara Casasola para o Yoox, abaixo (disponível aqui, mas sem entrega para o Brasil) 🙁

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  • Rihanna @ CFDA Fashion Awards 2014

    Este look é nu: taí a ousadia supersupersexy de Rihanna, homenageada na noite do prêmio do sindicato dos estilistas norte-americanos, o CFDA, com o título de Fashion Icon of 2014. Assinado pelo estilista-stylist-bff Adam Selman, o conjunto de vestido, luvas e lenço precisou de mais de 216 mil cristais Swarovski e um par de seios para roubar to-das as atenções no tapete vermelho da cerimônia desta segunda (02). Boa semana fashion para você também e #freethenipple.

    Depois das fotos, a chegada da popstar em movimento, cortesia dos anfitriões da noite.

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    //instagram.com/p/owvNQkpZhw

  • Antes do CFDA Awards 2014, Vanessa Friedman, do NY Times, pergunta: a premiação, tão vinculada ao orgulho fashion norte-americano, faz sentido para nomes de um mercado tão internacionalizado? –> nyti.ms/1nYb4dd

    Na foto, Tom Ford, homenageado neste ano com o Geoffrey Beene Lifetime Achievement Award por sua carreira de tantos anos no comando de duas grifes europeias e voltada atualmente ao business homônimo que, assim como seu endereço pessoal, leva um CEP de Londres.

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  • Basement Jaxx – "Unicorn"

    Para dar o pontapé inicial na semana, o pique delicioso da nova faixa da dupla Basement Jaxx, Unicorn, do álbum Junto, que sai em agosto. Perfeito pra ouvir com a cabeça no tênis e na mochila iluminados por LEDs dos cliques abaixo, a melhor parte da nova linha da Ashish para a Topshop. Jump in!

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=MUXnwE-BJlQ?rel=0]

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  • Sobre Thomas Tait e o incentivo a novos talentos

    Foi do canadense Thomas Tait o prêmio do LVMH Young Fashion Designer organizado, pela primeira vez, pelo conglomerado de Bernard Arnault – dono de marcas como Louis Vuitton, Céline, Givenchy,  mais um outro tanto de grandes grifes de moda e mais nomes importantes do mercado de luxo.

    Thomas se define como um “maximalista minimal”, expressão boa para chamar a alfaiataria XXL pontuada por tons vibrantes que ele assina para o seu inverno. Longos de detalhes esportivos em versão refinada e os prints montados por moldes coloridos o ajudaram a ganhar o aval do júri absurdamente estrelado e o cheque de 300 mil euros para investir em sua etiqueta homônima. Tait já apresentava novidades na semana de moda de Londres desde novembro de 2010, depois de uma outra vitória, a do prêmio oferecido pela Dorchester Collection.

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    Thomas Tait, inverno 2015
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    Thomas Tait, inverno 2015
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    O designer ao lado de Karl Lagerfeld, no anúncio dos finalistas do prêmio, em fevereiro

    Os looks de chamar a atenção – eles fariam bonito ao serem desfilados por Miroslava Duma em uma semana de moda – e a exposição propiciada pela competição, que ganhou repercussão mundial em todos os grandes veículos de moda internacionais, devem garantir passos mais firmes de Thomas nos próximos anos. Falta, agora, a primeira aparição pública de um de seus itens em algum closet fashionista, para firmar o hype.

    Em dias próximos à 35ª edição da Casa de Criadores, iniciativa que visa propulsar novos talentos por aqui (ela acontece desta vez na Galeria Prestes Maia, entre os dias 04 e 06.06), a notícia ajuda a refletir se há novas oportunidades a serem exploradas para garantir mais visibilidade às apostas do evento. Falta respaldo ou link com marcas consagradas que lhe garantam mais possibilidades de crescimento – ou mesmo com um dos conglomerados que temos por aqui? Falta um mecanismo de apoio mais efetivo (ou um cheque gordo) para deslanchar, de fato, uma nova empresa/marca? Levar a  Nicole Bahls para sua passarela ajuda ou atrapalha no trabalho de um dos nomes participantes? Ir para a outra ponta e vestir famosas reconhecidas por seu estilo pode auxiliar também? Nessa época de “vale tudo pra ser fashionista”, uma nova estratégia de PR pode ser suficiente para alavancar uma nova carreira? Dá pra pensar em muita coisa só justapondo os dois (tão distintos) projetos.

    Nas imagens, veja mais cliques da coleção premiada de Thomas Tait e o júri poderoso da competição; mais looks de seu inverno, neste link.

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    Thomas Tait, inverno 2015
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    Thomas Tait, inverno 2015
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    Este foi o júri final do LVMH Young Fashion Designer Prize impressionado pela coleção de Thomas: Humberto Leon (da Kenzo), Riccardo Tisci (Givenchy), Phoebe Philo (Céline), Karl Lagerfeld (Fendi), Nicolas Ghesquière (Louis Vuitton), Raf Simons (Dior) e Marc Jacobs. Será que a gente precisa reunir nosso top of the pops daqui para uma nova iniciativa de novos talentos também?

    Fotos: Vogue UK e Purple Magazine.

  • Quem não tem cão, casa com Kanye

    casamento kim kardashian e kanye west

    Não é de hoje que Kim Kardashian tenta provar que seu tino fashion é verdadeiro e não uma manobra para movimentar os bilhões do império da família KKK. A receita foi a mesma seguida por cada uma das celebridades (internacionais ou brasileiras) que quer se firmar como digna do respeito fashionista, indicador social dos mais importantes de hoje em dia para quem lhe dá valor: troca-se looks e ensaios hipersexuais por etiquetas parisienses e aciona-se a melhor face “boa moça” para as câmeras – selfies de biquíni não contam aqui, ok? Depois, troca-se de turma de amigos: ao invés dos arroz-de-festa, é de bom senso se aproximar, mesmo que fisicamente, de nomes levados a sério pela moda e, como manda o script da vez, pelas artes. Um refresh na vida amorosa ajuda; melhor um companheiro que cause muito frenesi e dono de um mailing refinado do que um jogador de basquete.

    Kim Kardashian, versão fashionista de Céline

    O resultado vem rápido: fila A da Hervé Léger? “Nada disso, estou mais pra couture da Valentino”. Kanye West levou a noiva para sua turma de amigos high-profile (Riccardo Tisci é um dos principais links entre moda e hiphop), que não são exatamente famosos por sua discrição, e a menina cafona de L.A., dona de looks justíssimos, passou a gastar seus dólares de reality-show com o que parecia muito mais verdadeiro e legítimo para sua nova faceta, como se os cliques de cada novo look Céline ou Alaïa a fizessem realmente uma mulher mais séria. Até o closet da recém-nascida North West impressiona: em sua primeira semana de vida, ela já ganhou looks especiais de labels como Lanvin, Givenchy, Hermès, Stella McCartney e sapatos Charlotte Olympia e Giuseppe Zanotti (!).

    Kim Kardashian, Kanye West e as câmeras, aqui de smartphones, antes do jantar pré-casamento no palácio de Versalhes

    Chega a hora do casamento. O pedido grandioso em um estádio com trilha de Young and Beautiful, de Lana del Rey, acontece em total sincronia com a dúvida de que esse casal sobreviva até que alguma das partes deixe de ser jovem, bonita ou fashion. Com anúncio na Vogue norte-americana, a festa oficial acontece com direito a jantar pré no palácio de Versalhes, look couture Givenchy (nada parecido com o bolo de noiva da outra vez) e a vista do Forte di Belvedere, em Florença (mas como foi que uma Kardashian foi ganhar um brunch pré-casamento de Valentino e Giancarlo Giammetti, imperadores do bom gosto, mesmo?). Não atrapalha também ter uma irmã nas passarelas de Marc Jacobs e da Chanel ou o irmão que não sai bem em fotos fora das festividades oficiais.

    Está tudo aí: o status por aproximação, o culto à celebridade, a empáfia da moda e o furor midiático, como manda o roteiro. Será que agora, então, Kim Kardashian ganha o aval fashionista de uma vez por todas?

    Algum dos amigos fashionistas envolvidos nas festas do casamento de KimKa: Olivier Rousteing, Riccardo Tisci, Valentino e Giancarlo Giammetti

  • Cannes 2014: o melhor dos últimos dias do festival

    Para fechar a leva de looks, premiéres e after-parties do Festival de Cannes 2014, alguns dos looks e dos registros que achei mais legais de seu últimos dias.

    Os highlights? Sophia Loren mostrando como se posa para fotógrafos, as garotas Chanel Chloe Moretz e Kristen Stewart (que finalmente usou um dos tênis couture!), Marion Cotillard fazendo a rainha da ankle boot, as modelos mais gatas e Gaspard Ulliel, o novo Yves Saint Laurent do cinema, na agenda da Croisette, tudo abaixo.

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    Da entrada do QG do festival, o elenco de “Clouds of Maria”
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    De frente, a dupla de Chanel Kristen Stewart e Chloe Moretz com Juliette Binoche (de Armani Privé) e o diretor do longa Olivier Assayas
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    Depois da estreia, Kristen trocou os saltos pelos tênis couture da Chanel, a cara dela!
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    Também de Chanel, Julianne Moore no look mara, e super confortável-deluxe, para a premiére de seu “Maps To The Stars”, de David Cronenberg, que lhe garantiu o prêmio de melhor atriz
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    Chloe em uma entrevista, acompanhada pelo irmão Trevor (cuja conta no Instagram tem que seguir já – @trevordukemoretz)
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    Mais tarde Juliette Binoche e Moretz fazem graça no photocall oficial
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    Monica Bertolucci, chic de camisa branca de gola power
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    A rainha da botinha de tornozelo, Marion Cotillard, na primeira produção, de vestido Maison Martin Margiela
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    E acompanhando o look Dior da premiére noturna
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    Gaspard Ulliel, o novo YSL das telas
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    Para um dos eventos de encerramento do festiva, Sofia Coppola com longo surfista do verão de Marc Jacobs
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    As modelos mais gatas: Lara Stone
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    Aymeline Valade, de Dior, no tapis rouge
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    E Natasha Poly com Roberto Cavalli, dono de uma das after-parties fervidas em seu iate

    Fotos: Zimbio e Vogue Paris

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