7 razões que fazem de As Parteiras um drama humano inesquecível

As Parteiras - filme emocionante na Sessão da Tarde

Prepare o lencinho e mergulhe em As Parteiras (Sages-Femmes, 2023), o drama francês que vai emocionar a Sessão da Tarde da Globo nesta quinta-feira, 17 de julho de 2025, às 15h30.

Dirigido por Léa Fehner, o filme traz Khadija Kouyaté e Héloïse Janjaud como duas jovens parteiras enfrentando o caos de um hospital público em crise, onde cada nascimento é uma batalha de esperança e exaustão. Este não é só um filme sobre partos, mas uma história crua sobre resiliência, amizade e a luta para manter a humanidade em um sistema de saúde falido.

Com atuações viscerais e uma narrativa que mistura tensão e ternura, As Parteiras é perfeito para quem busca emoção genuína na TV aberta. Abaixo, exploramos a trama, a origem do projeto, o impacto do filme, os recordes que marcou, a mensagem central, o elenco e curiosidades que vão te fazer grudar na tela e refletir sobre o valor da vida…

Uma jornada de vida e pressão

As Parteiras acompanha Sofia (Khadija Kouyaté) e Louise (Héloïse Janjaud), duas jovens recém-formadas em obstetrícia que começam a trabalhar em um hospital público na França. Cheias de idealismo, elas sonham em ajudar mães a trazerem novas vidas ao mundo, mas logo enfrentam a realidade brutal de um sistema de saúde sobrecarregado.

Entre plantões exaustivos, falta de recursos e pressão emocional, Sofia e Louise lidam com partos complicados, pacientes ansiosas e conflitos com colegas, como a experiente obstetra Bérangère (Myriem Akheddiou) e o médico residente Quentin (Quentin Vernede).

A trama se desenrola em um hospital caótico, onde cada nascimento é uma mistura de milagre e tensão. Sofia, com sua determinação, e Louise, mais introspectiva, formam uma amizade que as sustenta em meio ao estresse. O filme alterna momentos de alegria, como o choro de um recém-nascido, com cenas de angústia, como decisões médicas sob pressão.

É uma história que celebra a vida enquanto expõe as falhas de um sistema em colapso, mantendo o espectador preso do começo ao fim.

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Um retrato humano do sistema de saúde

As Parteiras é um projeto da cineasta francesa Léa Fehner, conhecida por filmes como Qu’un seul tienne et les autres suivront (2009). Inspirada por histórias reais de profissionais de saúde, Fehner escreveu e dirigiu o filme para mostrar o lado humano da obstetrícia, muitas vezes ignorado em dramas médicos. Produzido pela Les Films du Worso, o filme foi rodado em um hospital real na França, com consultoria de parteiras para garantir autenticidade.

A ideia surgiu da vontade de Fehner de explorar o contraste entre a beleza dos nascimentos e a precariedade do sistema de saúde público. O filme reflete debates atuais na Europa sobre a crise na saúde, mas mantém o foco nas emoções das protagonistas. A escolha de atrizes menos conhecidas, como Kouyaté e Janjaud, trouxe frescor, enquanto a fotografia crua e a trilha minimalista reforçam a intensidade da narrativa.

Lançado em 2023, As Parteiras estreou no Festival de Cannes, onde foi elogiado pela crítica por sua abordagem honesta e atuações marcantes. Com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme conquistou o público por sua capacidade de equilibrar drama e esperança. Cenas como um parto de emergência e momentos de apoio entre Sofia e Louise viralizaram em plataformas como Instagram, com fãs compartilhando frases inspiradoras sobre resiliência.

No Brasil, a exibição na Sessão da Tarde em 2025 marca a estreia do filme na TV aberta, aproveitando o crescente interesse por dramas humanos após sucessos como Pureza. Posts no X destacam a força das protagonistas e a relevância do tema, especialmente em um país onde o sistema de saúde também enfrenta desafios. O filme é um convite à reflexão, conectando com espectadores que valorizam histórias reais e emocionantes.

Os recordes que As Parteiras marcou

As Parteiras se destacou no circuito independente e festivais, conquistando feitos notáveis para um drama de baixo orçamento.

Sucesso em festivais: Venceu o Prêmio do Público no Festival de Locarno 2023, um marco para filmes franceses independentes.

Alcance no streaming: Alcançou o top 20 de filmes de drama na Netflix Europa em 2024, atraindo um público global antes da TV aberta.

Elogios da crítica: Recebeu cinco indicações ao César Awards (o Oscar francês), incluindo Melhor Direção e Melhor Roteiro Original, um recorde para um filme de Fehner.

Engajamento nas redes: Clipes emocionantes do filme geraram centenas de milhares de visualizações no Instagram, destacando cenas de partos e diálogos inspiradores.

Esses marcos mostram o impacto do filme, que promete emocionar na Sessão da Tarde.

A mensagemdo filme: humanidade sob pressão

O coração de As Parteiras é a celebração da humanidade em meio à adversidade. Sofia e Louise enfrentam um sistema de saúde falido, mas encontram força na amizade e na missão de trazer vidas ao mundo. O filme critica a desvalorização dos profissionais de saúde, mostrando como a burocracia e a falta de recursos testam a resiliência humana. Ainda assim, a narrativa destaca a esperança, com cada nascimento simbolizando um novo começo.

Essa mensagem ressoa no Brasil, onde o SUS enfrenta desafios semelhantes, tornando o filme perfeito para debates no X e Instagram sobre saúde pública e empatia. É uma história que exalta o cuidado e a conexão humana, mesmo nos momentos mais difíceis.

No elenco, rostos novos, atuações marcantes

Khadija Kouyaté, como Sofia, entrega uma performance vibrante, capturando a determinação de uma jovem parteira. Héloïse Janjaud, como Louise, traz sensibilidade e profundidade, enquanto Myriem Akheddiou, como Bérangère, adiciona experiência e tensão.

Quentin Vernede, como Quentin, completa o elenco com um toque de vulnerabilidade. A escolha de atores menos conhecidos dá autenticidade, conectando o público à realidade do hospital.

Curiosidades do filme ao ver ou rever

Inspiração real: Léa Fehner entrevistou dezenas de parteiras para criar a trama, garantindo diálogos e situações autênticas.

Filmagem realista: As cenas de parto foram rodadas em um hospital verdadeiro, com parteiras reais como consultoras.

Estreia em Cannes: O filme foi aplaudido de pé no Festival de Cannes 2023, marcando a carreira de Fehner.

Trilha minimalista: A música, composta por Maxence Dussère, usa sons suaves para destacar a emoção das cenas.

Debate social: O filme inspirou campanhas na França por melhores condições para profissionais de saúde, ecoando nas redes.

O que acontece no final do filme: um desfecho cheio de esperança

Atenção: contém spoilers! Se ainda não viu o filme, pule esta parte.

No clímax, Sofia e Louise enfrentam um parto de alto risco que testa seus limites. A paciente, uma jovem mãe em perigo, cria tensão, com o hospital lotado e equipamentos falhando. Louise, em pânico, quase desiste, mas Sofia a guia, e juntas elas salvam a mãe e o bebê em uma cena emocionante. Bérangère, inicialmente dura, reconhece o talento das jovens, enquanto Quentin oferece apoio inesperado.

No desfecho, Sofia e Louise refletem sobre sua jornada, decidindo continuar na profissão apesar das dificuldades. A cena final, com um novo nascimento sob a luz suave do hospital, simboliza esperança e renovação, deixando o espectador com um misto de alívio e inspiração. O final reforça a força da amizade e a importância de persistir, gerando debates no X sobre o impacto do filme.

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